E aí galera Nerdzilla. Hoje nossa matéria será sobre God of War: Sons of Sparta. Vamos lá?
Anunciado este ano pela Sony no evento State of Play, o novo jogo de God of War chegou para injetar ainda mais hype no recente anúncio do remake da saga clássica, um dos momentos mais comentados pelos gamers. Lançado no dia 12 de fevereiro de 2026, God of War: Sons of Sparta surpreendeu ao ser uma experiência totalmente em 2D, com uma proposta de metroidvania em pixel arte que foge do estilo cinematográfico tradicional da franquia.
A história se passa anos antes dos eventos que a maioria dos fãs conhece, mostrando um Kratos jovem, ainda em treinamento na Agoge espartana, ao lado de seu irmão Deimos, e longe de ser o temido Fantasma de Esparta. Esse foco nas origens dá um tom mais humano e introspectivo ao personagem, explorando quem ele era antes de se tornar ícone dos jogos de ação. O jogo conta com legendas e dublagem em português, o que facilita a imersão e torna a experiência ainda mais acessível para o público brasileiro.
A jogabilidade, embora relativamente simples quando comparada aos títulos principais da série, é divertida e fluida, abraçando bem os elementos de exploração e progressão típicos de um metroidvania: desbloquear habilidades e revisitar áreas já exploradas é parte da proposta, e para muitos fãs isso funciona de forma agradável e desafiadora. Muitos jogadores também destacaram a variedade de mecânicas e a forma como os combates, boss fights e a exploração criam momentos instigantes, o que faz com que o jogo seja considerado divertido e envolvente, especialmente para quem curte este estilo de gameplay.
Por outro lado, o lançamento não passou sem polêmica e críticas. Uma das maiores reclamações dos fãs é o modo cooperativo: apesar de o jogo indicar suporte para 1-2 jogadores na PlayStation Store, o co-op só é desbloqueado depois de terminar a campanha principal, o que gerou frustração e protestos de quem esperava poder jogar a história toda com um amigo desde o início. Alguns jogadores chegaram a pedir reembolso por conta dessa confusão e sentiram que a comunicação sobre a funcionalidade foi falha.
Além disso, o próprio criador da franquia, David Jaffe, fez comentários bastante críticos sobre o jogo, classificando-o como “genérico”, “sem espírito” e até chamando a existência dele de “ofensiva” à marca God of War. Ele disse que, em sua opinião, o jogo não representa o que ele imaginava para um título da série e que não recomenda para os fãs, mesmo reconhecendo que a jogabilidade básica funciona. Esses comentários repercutiram bastante na comunidade e geraram debates sobre o que faz um jogo verdadeiramente “God of War”.
Críticas também foram feitas por algumas análises iniciais que classificaram o combate como um tanto “sem vida” e o visual retro não tão polido quanto esperavam alguns críticos, embora muitos jogadores independentes defendam a estética e achem que ela combina bem com o estilo de jogo escolhido. Mesmo com tudo isso, muitos jogadores nas redes e fóruns concordam que Sons of Sparta é um projeto interessante, divertido e criativo dentro dos limites do que ele propõe um jogo 2D que explora um lado da história de Kratos que nunca vimos antes, e que pode ser uma experiência agradável para quem gosta do gênero, mesmo que não represente o auge da franquia God of War.
No fim, God of War: Sons of Sparta pode ter dividido opiniões e acendido debates entre fãs e críticos, mas ainda oferece uma aventura única, com momentos divertidos de combate e exploração, e é um passo curioso e ousado dentro de uma das séries mais importantes dos videogames modernos. Mas, e você? Deixe nos comentários o que achou e até a próxima.
Sobre o Autor
Thiago De França
Escritor, Nerd e Gamer Amador. Tenho 34 anos e sou completamente apaixonado pela Arte. Sou formado em Designer Gráfico e escrevo sobre cultura geek, séries e games no Nerdzilla.
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