E aí, galera Nerdzilla! Hoje Vamos falar sobre um filme incrível cheio de camadas que se tornou um Cult entre os fãs. Vamos Lá?
(Cuidado com o Spoiler)
O Clube da Luta é um filme estadunidense protagonizado por Brad Pitt, Edward Norton e Helena Bonham Carter, baseado no livro de mesmo nome escrito por Chuck Palahniuk e publicado em 1996. A direção do filme ficou a cargo de David Fincher e foi lançado em 1999, contando com o roteiro de Jim Uhls e Amon Milchan como produtor executivo.
O filme teve uma recepção mista em seu lançamento, mas obteve maior sucesso com o lançamento da edição em DVD, que o estabeleceu como um filme cult. Foi distribuído e produzido por 20th Century Fox e Regency Enterprises.
1° Regra
Infelizmente, para trazer este artigo, será necessário quebrar a primeira regra: não falar sobre o Clube da Luta. Isso pode me render uma boa surra, mas para o seu deleite, enfrentaremos esse infortúnio.
A história começa com o Narrador (Edward Norton) contando sobre sua enfadonha rotina e seu absoluto desespero e infelicidades da vida comum, agravados por seu problema de insônia constante, que lhe tira muito de sua disposição. Após uma visita ao médico, que se recusa a lhe fornecer remédios para sua falta de sono, o Narrador recebe a sugestão de visitar grupos de apoio a tragédias pessoais para que ele veja como outras pessoas podem ter sofrimentos mais profundos do que os dele.

Com isso, o Narrador termina se viciando no alívio emocional que encontra nesses grupos para poder aliviar sua insônia e passa a frequentar vários deles com esse intuito. Logo, suas sessões de terapia como falsa vítima são perturbadas por uma mulher chamada Marla Singer (Helena Bonham Carter), que é uma impostora assim como ele. É então que ele negocia com ela e divide os grupos com ela para evitar que se encontrem nos mesmos.
A história começa com o Narrador (Edward Norton) contando sobre sua enfadonha rotina e seu absoluto desespero e infelicidades da vida comum, agravados por seu problema de insônia constante, que lhe tira muito de sua disposição. Após uma visita ao médico, que se recusa a lhe fornecer remédios para sua falta de sono, o Narrador recebe a sugestão de visitar grupos de apoio a tragédias pessoais para que ele veja como outras pessoas podem ter sofrimentos mais profundos do que os dele.

Com isso, o Narrador termina se viciando no alívio emocional que encontra nesses grupos para poder aliviar sua insônia e passa a frequentar vários deles com esse intuito. Logo, suas sessões de terapia como falsa vítima são perturbadas por uma mulher chamada Marla Singer (Helena Bonham Carter), que é uma impostora assim como ele. É então que ele negocia com ela e divide os grupos com ela para evitar que se encontrem nos mesmos.
No entanto, depois de um incidente em seu apartamento, o Narrador termina ligando para um homem que conhecera em um de seus voos comerciais e, depois de uma conversa, fica decidido que o Narrador irá morar com ele. Esse homem se chama Tyler Durden (Brad Pitt) e os dois juntos começam a brigar do lado de fora do bar sem motivo aparente, simplesmente para extravasar a raiva, tendo sido isso colocado como condição por Tyler para que o Narrador fosse morar com ele. Daí por diante, eles são sempre vistos brigando com o intuito de descontar a raiva e as frustrações da rotina diária e terminam por atrair outras pessoas para o Clube da Luta. Todavia, as coisas vão ficando cada vez mais complicadas.
2° Regra
Não se preocupe, não vai aparecer nenhum frame de uma genitália masculina nem cenas de sexo embutidas neste texto. A pesar de que você pode achar que não viu, quando na verdade viu. Esse filme é sensacional. Não se pode definir ele simplesmente, pois isso iria reduzir o que ele é. Além do mais existem muitas coisas a serem ditas. Interpretações diferentes e pontos que para algumas pessoas se sobressaem e para outras não.
A narrativa se inicia pelo fim e esse modo de contar a história se chama narração não linear e foi muito bem usada em Clube da Luta. O próprio autor do livro, Chuck Palahniuk afirmou que prefere o filme ao seu próprio livro tamanha é a qualidade e complexidade do enredo. Na história de clube da luta somos expostos a muitos temas importantes como consumismo, depressão, vícios, conflitos existenciais, revolução social, entre tantas outras.
Esse é um daqueles filmes Cult que são feitos para nos fazer pensar. Para nos colocar em meio as suas propostas inteligentes e nos confrontar com elas. Esse é um filme excelente e deve entrar para o Hall dos filmes excelentes. Ele precisa ser assistido mais de uma vez para que você possa captar a sua essência. O enredo te pega completamente de surpresa quando assistido da primeira vez. As frases de efeitos são únicas e inconfundíveis. Fala de solidão, de prioridades, emoções, tudo com um toque de sarcasmo e humor negro e nos faz encarar a dor e o sacrifício de modo único.
A atuação é simplesmente espetacular. A queridíssima Helena Bonham Carter como sempre esteve ótima e Brad Pitt e Edward Norton deram um show de atuação. As cenas de luta são boas e bem realistas, a fotografia é bem limpa e clara. As ambientações em seus respectivos núcleos passam as ideias certas. Quando num escritório de uma empresa, o sentimento de rigidez e seriedade é notório. Pessoas engravatadas sem tempo e concentradas em seus afazeres. Já na casa de Tyler o desprendimento e desdém pelo consumismo é mais do que evidente.
É um filme primoroso que precisa ser assistido muitas vezes para que se entenda toda a essência. O contraste de Tyler e o Narrador dão uma fluidez única para a narrativa do filme e o deixe muito inteligente. É poético e com desafios morais perturbadores que no fim existe em cada um de nós. O modo como o fato de que Tyler é "Livre de todas as formas possíveis" enquanto o Narrador está sempre buscando ser alguém diferente, acordar de modo diferente para poder fugir de sua rotina e encontrar essa mesma liberdade é incrível.
Este é um filme para pessoas atentas e intelectualmente bem estabelecidas, pois precisa de um pouco de atenção. Existes camadas de percepção nele que não se costuma achar em todos os filmes. Sempre que se assiste é possível encontrar um novo ponto interessante que não se havia notado antes. Com certeza um dos melhores filmes de David Fincher e do trio principal.
A história pode até parecer confusa no início, mas quando se conclui existe um choque e uma grande satisfação de ter empregado aquele tempo ao filme. A margem que existe para interpretação dos fatos, o final em aberto, a solidão e as relações humanas precárias abordadas no filme são soberbas. É realmente muito bom e deve estar na lista de qualquer cinéfilo que se preze. A recomendação é que ele seja assistido mais de uma vez.
O Narrador
O filme mostra o Narrador preso a uma cortesia social forçada e a pensamentos reprimidos. Ele parece aderir facilmente à sugestão dos demais, o que terminou por agravar sua insônia crônica. Como ele mesmo diz: "Nada é real com insônia". Ele aceitaria facilmente o que os outros lhe impusessem, mas por dentro estava sempre insatisfeito ou com raiva. O estresse do dia a dia o consumia, e a rotina da qual ele era adepto o deixava profundamente infeliz. O fato de ter se viciado nos grupos de apoio deixava claro o tamanho de seu desespero. Durante um de seus voos comerciais, ele fantasiou um desejo suicida de que o avião caísse, e isso o deixava à beira de um ataque de ansiedade. Entretanto, ele pôde voltar a dormir regularmente depois de iniciar suas visitas a grupos de apoio diversos.
Depois disso, o Narrador se refere a si mesmo como um dos órgãos desse tal Jack ao longo do filme. É claro que a maior possibilidade é de que o nome dele seja de fato Tyler, já que eles eram a mesma pessoa. Ao contrário do que se espera de um Narrador, este não parece compreender totalmente os fatos que se propõe a contar. Pelo contrário, parece confuso e desconectado. O fato de contar a história in medias res (do latim "no meio das coisas") mostra que ele realmente estava perdido no tempo dos fatos.
O fato de lutar contra sua própria personalidade dissociativa ao longo do enredo mostra a instabilidade dele. A insônia, a raiva reprimida, a frustração e a facilidade com que adere à sugestão, tudo nele mostra os sintomas de uma profunda solidão e talvez alguns problemas psicológicos (talvez não, meio que com certeza).
Tyler é ao mesmo tempo o alter ego do Narrador e ele próprio. Ele foi criado na mente do Narrador como uma espécie de quebra de emergência. Sua frustração se tornou tão intensa que ele extrapolou a sua percepção de si mesmo. O que o Narrador não podia fazer ou não tinha coragem de fazer, lá estava Tyler para fazê-lo por ele. Ele o idealizou como um homem forte, bonito e decidido, ao invés de introvertido e permissivo como costumava ser.
Existem indícios ao longo do filme de que Tyler e o Narrador eram a mesma pessoa desde o início. No avião, as pastas dos dois eram iguais e os dois nunca estavam no mesmo lugar ao mesmo tempo junto com Marla. Nunca era abordado por ninguém sem a presença do Narrador. A insônia do Narrador também é um indicativo disso, já que Tyler fazia atividades enquanto o Narrador deveria estar dormindo. Ele tinha apagões de memória, o que a princípio poderia ser um sinal de narcolepsia, mas era porque ele mudava para a personalidade de Tyler. Tyler parecia sofrer de um tipo de disforia de personalidade. No entanto, o mais provável é que ele possuísse dupla personalidade, já que os interesses dos dois eram bem distintos, mesmo que na verdade fossem os mesmos, pois o Narrador passou bastante tempo em negação e custou a aceitar a realidade das coisas. Tyler mudou as prioridades do Narrador radicalmente e fez uma mudança em seu comportamento.

Tyler era bem mais arrojado do que o Narrador. Possuía um profundo desejo anárquico sobre o equilíbrio econômico do qual o Narrador estava saturado. Era o lado da personalidade do Narrador que enfrentava a raiva e não suprimia os seus sentimentos. Existe outro filme que traz o mesmo conceito que é "Eu, Eu Mesmo e Irene" (2000) do diretor Bobby Farrelly, estrelado pelo brilhante Jim Carrey. A premissa é bem parecida com a de Tyler, onde o personagem acumulava suas frustrações e se negava a enfrentar os seus sentimentos até o ponto em que ele explodiu e criou uma personalidade secundária que conseguia lidar com o que ele não podia.
Ele é totalmente descrente do sistema econômico e não esconde o seu desdém por ele. Sobrevive com vários empregos de meio expediente, mas sempre causa confusões neles, como urinar nas bebidas dos hotéis chiques em que trabalha ou como projetista de cinema, colocando frames de pornografia de filmes de família. Aliás, toda a sociabilidade de Tyler é caótica. Pode-se notar isso pelo modo como tratou o seu único amigo, o Narrador.
Existem indícios ao longo do filme de que Tyler e o Narrador eram a mesma pessoa desde o início. No avião, as pastas dos dois eram iguais e os dois nunca estavam no mesmo lugar ao mesmo tempo junto com Marla. Nunca era abordado por ninguém sem a presença do Narrador. A insônia do Narrador também é um indicativo disso, já que Tyler fazia atividades enquanto o Narrador deveria estar dormindo. Ele tinha apagões de memória, o que a princípio poderia ser um sinal de narcolepsia, mas era porque ele mudava para a personalidade de Tyler. Tyler parecia sofrer de um tipo de disforia de personalidade. No entanto, o mais provável é que ele possuísse dupla personalidade, já que os interesses dos dois eram bem distintos, mesmo que na verdade fossem os mesmos, pois o Narrador passou bastante tempo em negação e custou a aceitar a realidade das coisas. Tyler mudou as prioridades do Narrador radicalmente e fez uma mudança em seu comportamento.

Tyler era bem mais arrojado do que o Narrador. Possuía um profundo desejo anárquico sobre o equilíbrio econômico do qual o Narrador estava saturado. Era o lado da personalidade do Narrador que enfrentava a raiva e não suprimia os seus sentimentos. Existe outro filme que traz o mesmo conceito que é "Eu, Eu Mesmo e Irene" (2000) do diretor Bobby Farrelly, estrelado pelo brilhante Jim Carrey. A premissa é bem parecida com a de Tyler, onde o personagem acumulava suas frustrações e se negava a enfrentar os seus sentimentos até o ponto em que ele explodiu e criou uma personalidade secundária que conseguia lidar com o que ele não podia.
Ele é totalmente descrente do sistema econômico e não esconde o seu desdém por ele. Sobrevive com vários empregos de meio expediente, mas sempre causa confusões neles, como urinar nas bebidas dos hotéis chiques em que trabalha ou como projetista de cinema, colocando frames de pornografia de filmes de família. Aliás, toda a sociabilidade de Tyler é caótica. Pode-se notar isso pelo modo como tratou o seu único amigo, o Narrador.
Revolução
Você não é o seu emprego, não é o seu carro, não é o dinheiro na sua conta no banco. Se não tomar cuidado, as coisas que você possui vão terminar te possuindo. Essa é um dos conceitos abordados no filme. O consumismo é uma das maiores críticas presentes na narrativa: como compramos coisas das quais não precisamos e buscamos satisfazer vazios existenciais com o materialismo. Como nos apresentamos perante a sociedade para satisfazer um senso comum, enquanto interiormente se acumula a frustração, raiva, insatisfação e emoções diversas.
Eu tenho certeza de que se tivesse sido feito nos dias de hoje, esse filme não falaria apenas das grandes marcas e corporações de comércio, mas também do afastamento entre as pessoas devido à vida social online muito ativa, e da apatia e ociosidade que isso agrega. O filme tenta trazer uma reflexão sobre isso. O número de likes é mais importante do que nossas interações reais com as pessoas e coisas que realmente merecem nosso tempo e com as quais nos conectamos de verdade.

O conceito dentro do Clube da Luta, onde o ganhador era aquele que perdia, mostra a intenção de quebrar essa competitividade social que nos governa. A ideia de que você é qualificado pelo que você tem e não pelo que você é permeia nossos assuntos, nossos dias e nossas atividades como um todo. A suprema preocupação em aparentar uma coisa que diverge do que somos por dentro, a fim de sermos aceitos por pessoas que muitas vezes não gostam de nós.
Claro que a anarquia e a revolução social expostas no filme são extremas. Não é recomendado explodir prédios comerciais com essas finalidades. A discussão sobre o assunto é onde se começa a mudança. Sem hipocrisia, não que não devamos ter coisas, ou comprá-las, ou coisas do tipo, mas tudo neste universo precisa de equilíbrio. E o que está em equilíbrio é perfeitamente saudável. Até mesmo a água que bebemos irá nos causar problemas de saúde se ingerirmos demais.

No filme, o Narrador se usava dos grupos de apoio para aliviar as emoções e depois o Clube da Luta para se sentir vivo e extravasar esses mesmos sentimentos. Mostra a importância de se lidar consigo mesmo, de enfrentar as coisas e de que modo algum é saudável reprimi-las. De fato, não devemos deixar isso chegar ao extremo do filme de ter que entrar num clube da luta para lidar com o emocional (apesar de que parece bem irado).
Deslize
Existe uma teoria entre os fãs do filme de que Marla também é fruto da imaginação do Narrador. Se isso for mesmo verdade, então ele viveu um triângulo amoroso narcisista consigo mesmo. Não sei se isso é totalmente possível, pois Marla é abordada pelo garçom no restaurante e pelos capangas do projeto anárquico do Clube da Luta. Nessa teoria, Marla seria a contraparte feminina de Tyler e seu objetivo seria contrabalançar a personalidade impulsiva e animal de Tyler. Uma representação materna talvez, enquanto Tyler simboliza as frustrações em relação ao pai do Narrador. Marla seria o oposto disso.
Ela também o seguia por aí e tinha o exato mesmo hábito de se comportar como uma parasita em grupos de apoio. Difícil imaginar duas pessoas com esse mesmo hábito estranho. Além do mais, Marla no início deixava o Narrador profundamente desconfortável devolvendo sua insônia e até a vemos na caverna imaginária do Narrador como seu "instinto animal". Também pode simbolizar a culpa do Narrador por mentir nos grupos de apoio por não estar morrendo e a presença de Marla o confronta. Um ponto interessante é que se Marla é realmente fruto da imaginação do Narrador, assim como Tyler, então tudo decorrido no filme pode ter sido fruto de sua imaginação, incluindo a demolição dos prédios no final. Também é válido lembrar que Marla parece não se importar com a sociedade, assim como Tyler, e não tem medo de morrer como ele.

Outra teoria muito interessante é de que Tyler, na realidade, existe e que era um visionário e estelionatário que se aproveita do estado mental debilitado do Narrador para fazê-lo assumir a culpa de um atentado social terrorista de uma organização anarquista. Nessa teoria, Tyler e todos no Project Mayhem sabiam que Tyler existia (talvez até Marla), mas colaboraram para pressionar o Narrador de forma a fazê-lo acreditar que Tyler era na realidade imaginário ao ponto dele realmente criar uma versão inexistente dele quando sua mente estava em colapso diante da possibilidade das explosões.
Um indício disso é que os membros do Clube da Luta participam de uma conversa entre Tyler e o Narrador no carro, o que não seria possível se Tyler fosse só imaginário, já que eles inclusive participam de um acidente daquele carro. Tyler também é visto em alguns momentos antes de ser apresentado de fato no filme. É dito na apresentação dele que ele trabalhou no mesmo hotel em que o Narrador ficou hospedado e no comercial do hotel ele é visto com os outros garçons.

Claro que ambas as teorias possuem seus furos ou talvez sejam verdadeiras, mas apenas como metáforas. Mesmo assim, eu as achei bastante interessantes. Existem outras como a de que o Narrador é, na verdade, Calvin de Bill Watterson e de que Tyler era uma versão adulta do tigre Haroldo imaginado pelo garoto. E outra que faz ligações com o filme "Curtindo a Vida Adoidado" (1986) que também são bastante interessantes.
As Regras
Depois de estabelecido, Tyler e o Narrador elaboraram uma série de regras para o Clube da Luta a fim de proteger a ordem dentro dele.
1ª - A primeira regra do Clube da Luta é: você não fala sobre o Clube da Luta.
2ª - A segunda regra do Clube da Luta é: você não fala sobre o Clube da Luta.
3ª - Terceira regra do Clube da Luta: Se alguém gritar "Pára!", fraquejar, sinalizar, a luta está terminada.
4ª - Quarta regra: apenas dois caras numa luta.
5ª - Quinta regra: uma luta de cada vez, pessoal.
6ª - Sexta regra: sem camisas, sem sapatos.
7ª - Sétima regra: as lutas duram o tempo que for necessário.
8ª - E a oitava e última regra: se esta for a sua primeira noite no Clube da Luta, você tem de lutar.
As regras do Projeto Destruição são apenas cinco e são elas:
Primeira regra: Você não faz perguntas.
Segunda Regra: Você não faz perguntas.
Terceira Regra: Sem desculpas.
Quarta regra: Sem mentiras.
Quinta Regra: Você tem que confiar em Tyler.
1ª - A primeira regra do Clube da Luta é: você não fala sobre o Clube da Luta.
2ª - A segunda regra do Clube da Luta é: você não fala sobre o Clube da Luta.
3ª - Terceira regra do Clube da Luta: Se alguém gritar "Pára!", fraquejar, sinalizar, a luta está terminada.
4ª - Quarta regra: apenas dois caras numa luta.
5ª - Quinta regra: uma luta de cada vez, pessoal.
6ª - Sexta regra: sem camisas, sem sapatos.
7ª - Sétima regra: as lutas duram o tempo que for necessário.
8ª - E a oitava e última regra: se esta for a sua primeira noite no Clube da Luta, você tem de lutar.
As regras do Projeto Destruição são apenas cinco e são elas:
Primeira regra: Você não faz perguntas.
Segunda Regra: Você não faz perguntas.
Terceira Regra: Sem desculpas.
Quarta regra: Sem mentiras.
Quinta Regra: Você tem que confiar em Tyler.
Referências e Curiosidades
- Tanto homens quanto mulheres imploraram ao autor Chuck Palahniuk para que ele lhes mostrasse onde poderiam encontrar clubes de luta de verdade para se tornarem sócios.
- A cena de sexo foi modelada como se o Monte Rushmore transasse com a Estátua da Liberdade. Foi feita em computação gráfica com muitos dias de gravação de sons de orgasmo da Helena Bonham Carter.
- O abdômen de Brad Pitt estava tão forte na época que Edward Norton quebrou seu polegar.
- Edward Norton e Brad Pitt aprenderam a fazer sabão com uma pessoa chamada Auntie Godmother ("Tia Madrinha").
- Tyler Durden e Marla são, na verdade, personagens baseados em pessoas reais. Chuck Palahniuk se inspirou em seis amigos dele ao escrever a história.
- David Fincher disse que a iluminação do filme foi baseada na parte de dentro de um 7-Eleven no meio da noite.
- Há uma boa chance de que os suspiros de Leonardo DiCaprio morrendo no "Titanic" tenham sido reutilizados na cena da caverna de gelo.
- Edward Norton e David Fincher acham que o "Clube da Luta" é uma versão inversa do filme "A Primeira Noite de um Homem".
- O personagem de Edward Norton não tem nome, para poder representar melhor as insatisfações de sua geração e haver mais identificação com o público, mas os fãs costumam chamá-lo de Cornelius, Jack, Rupert ou apenas O Narrador.
- O orçamento do filme foi de 63 milhões de dólares, e teve uma bilheteria de 100 milhões de dólares.
- Se você prestar atenção, enquanto a aparência do personagem de Norton piora, com dentes caindo, machucados e cicatrizes, a de Tyler Durden melhora gradativamente.
- Os filmes aos quais ele sempre é comparado são A Primeira Noite de um Homem, Fúria de Viver e Rebelde Sem Causa. Algumas das marcas citadas no filme (e criticadas) são a IKEA, Volkswagen,
- New Beetle e Calvin Klein. Peter Jackson, Brian Singer e Danny Boyle foram alguns dos diretores considerados para assumir o filme. Sean Penn e Matt Damon foram cotados para assumir o papel de Edward Norton.
- Como Tyler Durden não tinha dentes perfeitos no livro e Pitt queria um personagem perfeito nos mínimos detalhes, ele visitou um dentista para que ele lascasse pequenos pedaços deles. Após as filmagens, ele voltou à cadeira do dentista para arrumar seus dentes. Inicialmente, a ideia era que não houvesse narração segundo ordens do estúdio, mas Fincher achou que ela daria humor e fluidez ao filme, e acabou sendo incorporada à película.
- Pitt e Norton tiveram aulas de Boxe, Taekwondo e Grappling para as cenas de luta.
- A foto da atriz Drew Barrymore pode ser vista na capa de uma revista durante o filme.
- O final do filme é diferente do que há no livro. No livro, o Narrador está internado em um hospital psiquiátrico, onde todos os funcionários são membros do Projeto Destruição, e todos esperam que ele se recupere para liderá-los.
- Robert Paulson, ou apenas Bob, que o Narrador conhece no grupo de ajuda de vítimas de câncer de testículo, é interpretado por Meatloaf, líder da banda de nome homônimo.
- Angel Face, o membro do Clube da Luta que o Narrador destrói o rosto porque o achava muito perfeito, é interpretado pelo vocalista do 30 Seconds to Mars, Jared Leto.
- O filme foi indicado ao Oscar na categoria Melhores Efeitos Sonoros.
- Nas cenas em que Meatloaf tinha com Norton, como a que ele abraça Norton, ele teve que usar sapatos com saltos para poder ficar maior que o ator.
- Se você prestar atenção, vai notar que as cenas onde Tyler não aparece são mais realistas e menos coloridas.
- Vários clubes da luta foram fundados nos EUA após o lançamento do filme, em vários estados, mas terminavam com a intervenção policial, que acabava com eles. Até mesmo um Clube da Luta de Cavalheiros, com apenas membros da indústria de alta tecnologia, foi fundado na Califórnia em 2000. Outro bem incomum foi iniciado na Universidade de Princeton, e acredita-se que seu líder seria um aluno ligado a atentados a bomba em caixas de correio pessoais.
- David Fincher usou 1500 rolos de filme durante as gravações, três vezes mais do que um filme normal com a mesma duração.
- Por motivos óbvios a receita caseira para fazer bombas na verdade não funciona.
- Tanto Pitt quanto Norton realmente estavam bêbados nas cenas onde aparecem alcoolizados.
- Tyler aparece várias vezes no filme, rapidamente e quase escondido, antes de ser formalmente apresentado ao espectador. Algumas das vezes são quando o Narrador está tirando uma cópia na máquina de xerox da empresa, durante a conversa de Norton com o médico, na primeira reunião do grupo de homens que sofreram de câncer no testículo e durante um comercial do hotel onde trabalhava.
- Helena Bonham Carter ganhou o prêmio de melhor atriz britânica do Empire Award pelo papel de Marla.
- Durante entrevista à imprensa, Brad Pitt e Edward Norton tentaram não falar sobre o "Clube da Luta".
Mas, e vocês, galera? O que acham de Clube da Luta? Deixem os seus comentários aqui em baixo. Até a próxima.
Sobre o Autor
Thiago De França
Escritor, Nerd e Gamer Amador. Tenho 34 anos e sou completamente apaixonado pela Arte. Sou formado em Designer Gráfico e escrevo sobre cultura geek, séries e games no Nerdzilla.
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Tags:
Filmes


















